Ordem dos Advogados de Moçambique , OAM

CDHOAM apela ao termo dos conflitos em Cabo Delgado

Vânia Muchanga,

Comissão dos Direitos Humanos da Ordem dos Advogados de Moçambique, CDHOAM, crítica alegada inaplicabilidade das leis vigentes no país e a suposta deficiência das instituições de justiça, face aos crimes perpetrados por desconhecidos, nos distrito de Mocímboa da Praia, Nagade, Macomia, Palma e Quissanga.

O Presidente da Comissão dos Direitos Humanos da Ordem dos Advogados de Moçambique, Ricardo Moresse, diz que reconhece os esforços empreendidos por todas as instituições envolvidas na resolução dos conflitos, mas é preciso que se garanta a segurança dos moçambicanos.

Por outro lado, a sociedade civil afirma que é preciso que todas as instituições envolvidas na resolução deste problema se unam de forma a encontrar a melhor solução.

Alexandre Viegas, representante da Procuradoria-Geral da República, disse que deve haver abertura do governo para se perceber o real motivo dos assassinatos.

Por sua vez, Narciso Cumbe, representante da “Rede criança”, defende a criação de instituições de gestão de conflitos e intervenção da comunidade internacional.

A Comissão dos Direitos Humanos da Ordem dos Advogados de Moçambique diz que é preciso que se garantam os direitos e liberdades fundamentais de todos moçambicanos.
 

Autores

Vânia MuchangaVânia Muchanga...