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Dia da paz: Reconciliação é a chave para a paz definitiva

Vânia Muchanga,

Celebra- se hoje (4 de Outubro), o dia paz em Moçambique.

Vinte e sete anos após a assinatura do Acordo Geral de Paz para Moçambique, pelo antigo Presidente da República Joaquim Chissano, e o falecido líder da Renamo, Afonso Dhlakama, políticos e governantes afirmam que a paz deve ser cultivada de forma permanente, através do diálogo e reconciliação.

Após a deposição de flores no monumento aos heróis moçambicanos, em celebração do dia da paz, a governadora da cidade de Maputo, Iolanda Cintura, disse que este é um momento de reflexão para a preservação da paz em todo o país. 

Iolanda Cintura diz que a paz não deve ser parcial e apela a todos os moçambicanos  a acarinharem esta conquista.

Por sua vez, o negociador-chefe do Acordo Geral de Paz pela Renamo, Raúl Domingos, afirma que a democracia foi a base para o desenvolvimento do país. 

Raúl Domingos obsereva que a paz efectiva depende do diálogo contínuo e da reconciliação dos moçambicanos.

Por seu turno, António Hama Thai, general na reserva, afirma que ao longo dos 27 anos, o diálogo, a reconciliação nacional e o estado de direito democrático, foram respeitados.

O político Francisco Mabjaia defende que a paz depende da união dos moçambicanos.

Por outro lado, o embaixador da Palestina em Moçambique, Fayez Jawad, aprecia o esforço do governo moçambicano para o alcance da paz.
 

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