Simpósio INGC, INGC

Governo e parceiros identificam estratégias para o aproveitamento das zonas áridas e semi-áridas

Edson Manjate,

Vinte e sete distritos do país têm terras áridas e são assolados pela fome todos os anos, por serem propensos à seca. 

O INGC junta em Maputo, parceiros e académicos, para identificar as melhores estratégias para o aproveitamento sustentável destas zonas e garantir o seu desenvolvimento integrado.

Em simpósio sob lema “fazendo das zonas áridas um exemplo de desenvolvimento resiliente”, o Instituto Nacional de Gestão de Calamidades, junta governo, parceiros internacionais e académicos, para debaterem soluções que ajudem a desenvolver as zonas áridas e semi-áridas do país.
 
Segundo Augusta Maita, Directora-geral do INGC, o objectivo é minimizar os impactos dos desastres naturais, como seca e a fome.

Por sua vez, a Ministra da Administração Estatal e Função Pública, Carmelita Namachulua, afirma que o governo está a implementar planos para o desenvolvimento sustentável e integrado destas zonas. 

Carmelita Namachulua observa que para se chegar ao nível desejado é preciso fazer mais e todo apoio é bem-vindo.

As universidades públicas e privadas são tidas como braço fundamental para a sustentabilidade das zonas áridas, através de pesquisas e criação de sementes adaptadas e resilientes.

A seca e a fome afectam as zonas áridas e semi-áridas do país todos os anos, sendo que as províncias de Tete e Gaza são as mais afectadas.

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