Primeiro-ministro, Carlos Agostinho do Rosário, no Simpósio do INGC., INGC

PM: Disponibilidade de água é o principal desafio para o aproveitamento do potencial agrícola das zonas áridas

Edson Manjate,

Enquanto não houver cobertura integral no abastecimento de água será impossível desenvolver as regiões áridas e semiáridas do país e que são propensas a seca.

A afirmação é do Primeiro-ministro, Carlos Agostinho do Rosário, falando esta quarta-feira, em Maputo, no Simpósio do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades.

O evento debateu estratégias para o desenvolvimento integrado e sustentável das zonas ciclicamente afectadas pela seca.

Mais de dois milhões de moçambicanos, cerca de 17 por cento da população, vivem em zonas áridas e semi-áridas, e têm sido vítimas da seca cíclica e dos efeitos do fenómeno, com destaque para a fome.

O goververno e parceiros já construíram cerca de 50 furos multifuncionais e igual número de reservatórios de água em distritos de Gaza, Tete e Inhambane, para remediar o fenómeno.

Segundo o Primeiro-ministro, os resultados destas acções são significativos, contudo, Carlos Agostinho do Rosário reconhece que o combate à seca nunca será efectivo enquanto houver dificuldades de abastecimento de água.

 

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